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sexta-feira, 15 de março de 2024

 


Quando analisamos um mapa, enxergamos onde estão os rios, lagos, montanhas e praias. Quando olhamos para o nosso corpo, em primeiro momento, vemos um rosto, braços, pernas e tronco. Mas esse não é o único mapa que possuímos. As células do nosso organismo formam um precioso mapa. Nelas nós guardamos experiências vividas: Traumas, dificuldades, problemas e conquistas. Cada um desses momentos deixaram uma marca que pode ser positiva ou negativa. As experiências ruins por vezes podem levar o organismo a não funcionar de forma correta. As células perdem sua vitalidade e com isso, tecidos e órgãos deixam de trabalhar de forma saudável. Surgem dores crônicas, problemas no estômago, insônia e até depressão. Sintomas que podem ter a causa primária identificada quando o corpo passa pela MICROFISIOTERAPIA.

Criada na França na década de 70 por Daniel Grojean e Patrice Benine, o método é um braço da terapia manual e pode ser aplicado tanto para diagnóstico como para tratamento. Os pontos endurecidos mostram a origem primária de muitas doenças. Esses pontos são descobertos por meio da palpação que é suave e feita ao longo do corpo. Por meio da Microfisioterapia o organismo se desfaz das cicatrizes geradas por memórias antigas e começa o processo de autocura.

Indicada para todas as idades, inclusive em bebês, a Microfisioterapia é a técnica capaz de ler o mapa do nosso corpo e trazer cura pelo toque das mãos.

quarta-feira, 29 de janeiro de 2020

A pele reage e responde

uma determinada música, quando sentimos um vento frio, o rubor emergente quando sentimos vergonha ou a palidez ao sentir medo... A pele é um órgão que surpreende não apenas pela sua extensão mas sobretudo pela sofisticação de seu funcionamento. É ela que nos guia com extrema generosidade pelos caminhos que marcaram o corpo de alguém através de suas experiências e recebe os estímulos que transmitem ao corpo uma nova possibilidade de reparação.
O Toque é o primeiro sentido reconhecido pela vida! ♥️

sexta-feira, 6 de outubro de 2017

Eu, Eu Mesmo e a Individualidade



É comum que entre uma sessão e outra, um paciente e outro e todas as suas queixas e os motivos pelos quais o corpo parece não conseguir buscar os seus recursos vitais de recuperação, que as questões de individualidade parecem emergir... levantando toda aquela poeira que se escondia em algum lugar aparentemente confortável mas que a qualquer movimento gera um baita desconforto. o Indivíduo e sua Individualidade a relação entre o ser e o existir, a relação consigo e com o meio externo.   Tentamos provar que somos perfeitos e fazemos sempre o melhor, buscamos ser o melhor filho, parceiro, profissional, amigo e ser a melhor pessoa que podemos ser, na contra mão o mundo parece abrir as portas apenas para aqueles que são os melhores, parece não haver tempo de parar, se identificar e questionar o que é mesmo o melhor. Os padrões estão espalhados por todos os cantos em que olhamos, existe sempre as receitas infalíveis de como ser o melhor dos melhores em alguns passos. O corpo parece funcionar como uma orquestra desafinada, algum instrumento parece estar fora de compasso, o cérebro as vezes lembra aquele maestro desesperado por harmonização.
Existe uma espécie de balança no organismo entre aquilo que colocamos pra dentro e o que estamos doando para o meio externo. Enquanto busco ser o melhor dos melhores, será que estaria sendo o melhor comigo mesmo? A energia que nos ofertamos não pode ser menor do que a que fornecemos, não é possível realizar uma maratona sem ingerir nutrientes... não é possível levar uma vida sem reconhecer o que desejamos e quem somos. As experiências de vida vão deixando suas marcas, a cada passo, frustração, conquista ou recompensa o corpo vai registrando sobretudo aquilo que garantirá a sobrevivência; as couraças e proteções vão sendo gentilmente colocadas uma acima da outra, por vezes de formas tão repetitivas que não resta nada além de distanciar-se de si. Nesta orquestra se torna necessário silenciar alguns instrumentos para que o "cérebro maestro" identifique da onde vem o ruído, não é preciso parar a música para que se harmonizem os sons mas é preciso um olhar atento para cada instrumento.
Essas questões muitas vezes inquietam a alma, talvez estar longe de si mesmo é mais um dos fracassados programas de sobrevivência do nosso corpo esgotado que garante apenas mais alguns quilômetros da maratona, somente podemos encontrar um bom caminho quando levantamos a hipótese de estar perdido. 
Comece lembrando de que precisamos de um momento apenas para nós mesmos, onde essas questões possam ser levantadas e de preferência que não existam respostas automáticas, esses alertas vermelhos nas lacunas que se estabelecem é que vão nos guiar a um encontro próprio, identifique seu aporte energético ou seja, quais os recursos usamos para nos abastecer enquanto indivíduo e então responda a questão se de fato está sendo o melhor e em seguida assuma as rédeas da sua história. Podemos ser o melhor para o mundo quando nos tornarmos melhores a nós mesmos! Provavelmente precisaremos de ajuda nessa caminhada, mas ela pertence apenas a quem percorre.

quinta-feira, 4 de maio de 2017

O estresse pode ser bom, e medidas simples podem ajudar gerenciá-lo





Você sabia que a reação de estresse é essencial para que o corpo permaneça vivo? Ele precisa aprender a se preservar e a reagir às agressões do meio externo, podendo superá-las e se adaptar a elas. O termo correto do estado patológico do estresse é distresse, que está ligado ao esgotamento.
Geralmente o estresse patológico é acionado por sentimentos de angústia, ansiedade e depressão. A sobrecarga do cotidiano, as mudanças no estilo de vida, as perdas, a instabilidade financeira entre outras diversas fragilidades leva o organismo ao desequilíbrio, prejudicando os mecanismos de defesa neuroquímicos e imunológicos, facilitando o aparecimento de doenças.
O melhor caminho para lidar com o estresse é trazê-lo para seu lado fazendo com que seu organismo reconheça os seus benefícios e facilite a eliminação dos agentes agressores. Para atuar na causa do estresse e preparar o organismo para lidar com situações estressantes no futuro, a Microfisioterapia pode ser a solução!
Técnicas de relaxamento, atividade física, reeducação do sono, investir em momentos de lazer e alimentação balanceada são algumas opções para aliviar os sintomas do estresse. Mas não funciona de forma igual para todos! Mudanças no estilo de vida podem ajudar a prevenir este mal moderno. 

Algumas dicas para controlar o estresse:

- Reflita sobre o que pode estar causando seu estresse.
- Mantenha um diário sobre o que está acontecendo quando você se sente estressado.
- Anote os sintomas (isso vai ajudar até mesmo numa consulta, pois o estresse pode ser difícil de diagnosticar)
- Limite a ingestão de cafeína e álcool e não use nicotina, ou qualquer outra droga.
- Faça pausas no trabalho, nem que seja para caminhar e beber água.
- Equilibre atividades divertidas com seu trabalho e tarefas familiares.
- Programe um tempo de lazer todos os dias. Sim, todos os dias tire nem que seja alguns minutos para distrair-se. Pode ser assistindo um filme ou jogando no celular.
- Passe seu tempo com as pessoas de quem você gosta, incluindo a sua família.
- Aprenda algo novo: tocar um instrumento, um esporte, pintar, artesanato

A Microfisioterapia pode ajudar no alívio de estresse através da harmonização do funcionamento dos órgãos internos e fortalecimento do sistema imunológico, assim como o tratamento da ansiedade e outros sintomas que podem aparecer concomitantemente. Com o decorrer das sessões, o paciente começa a enxergar determinadas situações, que antes eram estressantes, de modo diferente. Consegue superar traumas e olhar para o futuro de modo diferente. Procure um especialista!